quinta-feira, 28 de maio de 2009

«EN BLANCO Y NEGRO»

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À Bet e ao José Ricardo que têm de comum,
para além doutras virtudes, um grande amor pela arte,
designadamente pela fotografia, de que são exímios praticantes
Com o meu abraço
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Deliciem-se com este interessantíssimo álbum de diapositivos a preto e branco (cuja autoria vem nele identificada).
Depois de clicar aqui, clique em download (na mesma linha de share this), depois clique no primeiro link (Microsoft...) e por fim clique em abrir… e desfrute-o...
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APELO


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Na rede topa-se, com basta frequência, o seguinte apelo que certos sectores políticos não se cansam de repetir, vá lá atinar-se porquê:

FERNANDA, CÂNCIO!


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("Honni soit…")

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

ALIVIANDO A TENSÃO

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Incrível!
E ainda há quem fale de profissões difíceis e de desgaste rápido referindo-se aos estivadores, aos deputados, aos políticos… E como a pior de todas – tantos o confirmam - a de gestor de banco!
Somente troçando do pobre massagista de modelos se pode assim pensar! Ou desconhecendo o seu tremendamente difícil e desagradável trabalho.

Como há quem fale em empregos de sonho, em mais de 140 posições de trabalho em que uma delas nos pode tornar felizes!
Tudo para atazanar o espírito e para provocar a revolta do pobre do massagista de modelos, coitado, que tão longe está de tal felicidade.

Claro que só assim fala quem não sabe o que é o inferno (é ele, coitado, que o diz) da sua profissão… Exacto: sem horário, nem folgas, nem - muito menos - descanso e relaxe; sem associação ou preceitos que o defendam na dureza do seu trabalho, abandonado, antes, às duras exigências das suas desagradáveis assistidas! Sem qualquer apoio e o mínimo incentivo!
Como eu compreendo o drama do sujeito!
Que horror de vida e profissão!
É de mais!
Passa todos os limites do aceitável, de tão penoso que é!

Se ele tem carradas de razão!!!
Deve ser um dos filmes que mais circula na rede. Veja-o e confirme pessoalmente a má sorte do massagista.

Um conselho: se é impressionável, acautele-se. Temos de ter uma grande fortaleza de espírito para apreciar uma situação destas sem nos sentirmos muito abalados e para resistir à comoção.
(Não haja receio das palavras: para conter uma lágrima!)

Veja só:
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Sim: agora não me venha dizer que não sentiu… (sei cá!) um aperto! Um arrepio! Um nó na garganta…
Isso: uma tremenda de uma… tensão!

terça-feira, 26 de maio de 2009

NOVO CARTAZ

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Concordo inteiramente que se deve dar oportunidade a quem tem talento e Susan Boyle já demonstrou que o tem.

A outra jovem ainda não!!! E pelos vistos não vai ter tempo...

Já teve duas oportunidades, na Educação e nas Finanças, e, como se sabe, falhou em ambas, pelo que nunca revelou assinalável talento.
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(recebido por mail e encaminhado sem qualquer alteração)
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BRAVO, DR MARINHO PINTO! (II)


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Ontem terei deixado, sem querer, uma ideia errada sobre este assunto: poderá ter parecido que dei prevalência à fase do “jornal” onde o bastonário, frontal e de uma forma muito contundente, desmonta o plano arquitectado pela pobre jornalista (?) para o enxovalhar, ofender e incriminar…
Nada disso. Só por razões exclusivamente de economia de tempo de quem visita este sítio é que não passei todo o “jornal”. Mas será importante - e sublinho-o agora mais enfaticamente – que se veja a peça na sua totalidade, para que deixara, ali, o correspondente
link, e que hoje vou passar, mais abaixo.

É bom que nela se atente, precisamente para se apreciar a falsa candura e o ar aparentemente angélico que a criatura afivela para ir apresentando as sucessivas peças devidamente moldadas numa montagem de intencional e vergonhosa tendência para pôr em causa o bastonário que convidara, não para uma entrevista, como anunciara, mas para um julgamento sumário na praça pública. E tudo isto… (se eu não fosse uma pessoa bem educada diria: e tudo isto acompanhado pela criatura cagando sentenças… Mas não digo). E tudo isto, repito, acompanhado pelas suas instantes apreciações, juízos de valor, análises, conclusões, acusações, enxovalhos e outras mais atitudes, de uma indisfarçável quebra do seu código deontológico, com que pretendia (santa inocência, neste caso) enredar e condenar o seu convidado…

(Mas saberá a pobre o que é deontologia? Tenho dúvidas. Ou sabe e esquece, como tantos da sua igualha.)

Veja, pois, agora ou oportunamente, mas com calma, a trama por ela apresentada e que o próprio bastonário vai seguindo com visível atenção e um sorriso denunciador de que está a ver a montagem de uma incrível tramóia.

A cavalheira já não consegue aprender o ofício para que não está talhada e que se diz exercer.

Pena que Marinho Pinto tenha sido forçado (forçado, sublinho) a ser tão contundente e numa situação dessas.

Salvas as devidas proporções, mas atenta a respectiva moral, este triste episódio faz lembrar a velha história do sapateiro e do marreco.

Aqui fica, pois, a peça na sua totalidade

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MANUELA MOURA GUEDES X MARINHO PINTO
(completo)

Marinho Pinto vc Moura Guedes- Watch more Videos at Vodpod.


segunda-feira, 25 de maio de 2009

BRAVO, DR MARINHO PINTO!

MMG vista por "du-Arte Criações"
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Muito eu gostava de saber os diálogos ressaibados que a botocada criatura tem, todos os dias, com o espelho dela. Aquele que lhe fala verdade, claro, não o outro.
Há quem diga que a criatura é feia.
Isso, não: feia era a Golda Meir ou a homada e horrorosa Carlota Joaquina ou será a Manuela Ferreira Leite.
A MMG é um susto. É o que se acena às criancinhas que não querem comer a sopa.
Ao pé dela, quer a Golda Meir quer a Carlota são umas divas e a Manuela é uma rainha de beleza…
Se a toxina botulínica for algo do género da cera, se alguém chegar um fósforo aceso junto à criatura as carradas de botox desfazem-se e deixam-na ainda mais assustadora.
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Coitada da rapariga: pensava que ia calma e feericamente, à moda que deve ter aprendido no Bolhão ou na Ribeira, pivotar mais um jornal da “sua” estação, ao seu costumado bel-prazer… E sai-lhe na rifa um indivíduo que sabe o que diz e diz o que deve dizer a quem o deve dizer, sem papas na língua…
A pobre criatura ouviu o que muita gente lhe deve querer atirar há muito tempo.
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A paciência exemplar com que Marinho Pinto ouviu, sorridente (estava a ver o “filme”) o decorrer da apresentação daquela entrevista, talvez nem fizesse adivinhar o “municiamento” que ele ia preparando para deixar, em poucos minutos, a pobre “patroa” da 4 KO e inerte no tapete. Esbracejando e soltando uns sons desconjuntados, de quando em quando, mas definitivamente derrotada.
Desta vez, na verdade, embora denunciasse a mesma postura de vencedora de sempre, ao acabar a dita apresentação e toda a espécie de análises e insinuações e acusações e enxovalhos e conclusões e outras preciosidades “jornalísticas” que lhe são sobejamente conhecidas, saiu-lhe pela frente uma pessoa sem medo nem comiserações (que ela não merecia) e com o verbo, contundente, é certo (a pedido da criatura), mas adequado, na ponta da língua.
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Pois se os tubarões o não assustam era agora uma baleota que o ia amedrontar!
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Os olhos da criatura, enquanto MP ia desfiando o seu sério e oportuno e atempado rosário, chispavam uma raiva indisfarçada e incontrolada, e na sua cara patibular as camadas de botox fremiam como se do outro lado bramisse uma tempestade avassaladora.
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Num “blogue em papel”, no Público de ontem, dizia
jodas, sob o título “promiscuidade”: “É impressionante como é que os responsáveis pelo sindicato dos jornalistas, em defesa do seu bom nome, não se decidem por instaurar um processo a MMG, com vista a caçarem-lhe a carteira profissional porquanto a mesma simboliza a promiscuidade do jornalismo face ao desrespeito sistemático pelas regras mais elementares do seu código deontológico. E isso ficou provado na entrevista dada pelo bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, que foi por ela insultado e enxovalhado. Não é compreensível que os responsáveis sindicais dêem cobertura a este tipo de jornalismo”.
E um outro, por sua vez,
brakebit, concluía, em “não gosto, mas vi”: “acredito piamente que os docentes de Jornalismo aproveitem este registo (mas também outros…) para mostrar aos aspirantes a jornalistas como não se deve fazer jornalismo”.
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Estou de acordo com ambos. Como com muitos mais que, no mesmo registo, tenho lido e ouvido desde então.
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Faltará perguntar se Moniz, o director de quem a criatura (supostamente) depende (???), não terá uma palavra a dizer, sobre aquelas matérias, à sua jornalista-pivot…
Ou será que a moça, nem ao menos por esta vez, lhe concede a inversão de papéis?
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Falando agora de outros incomodados…
Se um elefante incomoda muita gente, um Marinho Pinto incomoda muito mais...
Quem é que (bem instalado, ou a caminho disso; comendo já à mesa do orçamento ou aproveitando-lhe, por enquanto, uma migalhas) gosta de ouvir certas verdades?
Ninguém, é óbvio.
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Bravo, Dr Marinho Pinto!
Já não sou oficial do ofício, mas apraz-me registar que os advogados tenham um bastonário com tal fibra.
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Se acaso alguém quiser ver ou rever a peça no dito “jornal” e na totalidade, vá
aqui.
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Para já deixo um vídeo com a parte final da “entrevista”.

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Manuela Moura Guedes Vs Marinho Pinto
jornal nacional tvi 22052009



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NEM MAIS...

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(Créditos a Luís Afonso e ao Público)

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GENIAL


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Genial a criatividade do cartoonista, qualquer entende e não confunde!

(Público de SB 23.05.09)

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NOS BASTIDORES

A chegada dos professores à escola



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domingo, 24 de maio de 2009

O BENEMÉRITO TOTÓ

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O PESADELO DO IRS EM BD
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o Zé Pagante Máximo Vital e o pesadelo da declaração
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com dificuldade, o Zé lá se resolve a enfrentar a dura tarefa

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o Zé ouviu falar neles, mas cadê os benefícios fiscais, para além dos dos oliveiras-e-costas, dos rendeiros e dos madoffs da paróquia?...
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D. Clara Nação Formosa resfolga ofegante e ansiosa por cada “pato” que lhe cai na rede

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divertida a pobre Cipriana Governante Severa não se contém por ter enrolado mais um
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e o ministro das receitas agradece com o seu melhor sorriso

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reconhecida a ti Alzira Comunidade Alegre agradece, também, com beijinhos ao novo benemérito
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entretanto, um cidadão em dificuldade tenta ver como escapar à imolação
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inconformado, o Zé tem uma fúria quando descobre ter sido mais uma vez um dos raros a entregar a declaração
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a Aldegundes calhandreira, não conseguindo convencê-lo, despede-se do Zé com votos de melhoras
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a reacção a tudo isto dum dos muitos “espertos”
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