segunda-feira, 14 de setembro de 2009

INTERVALO

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Acho magnífica esta "animação" dum jogo de xadrez.

Depois, repare-se no dramático e pungente desfecho do imaginário "duelo"...

Soberbo, na verdade.

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domingo, 13 de setembro de 2009

PONTOS NOS ii

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o "desempate técnico", na pena de Henrique
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É geral a convicção de que o confronto de ontem entre os actuais gurus da política indígena resultou num empate.

Paradigmática do equilíbrio é a opinião do director-adjunto do Público, Manuel Carvalho: “equivalentes na repetição de argumentos, um e outro tentaram a vitória nos incidentes, nas armadilhas, no imprevisto. Sócrates ganhou à tangente.” Mas, segundo ele, também a líder social-democrata se manteve fiel ao seu discurso, mostrando, apenas, de novo, um certo agastamento irritadiço. Teve, no entanto, momentos mais convincentes que o seu opositor. Rematando, conclui MC: “Sócrates não arrasou e mostrou-se com um sorriso de menino de coro. MFL resistiu e mostrou coerência e fibra. Só não foi um bom debate para os que estavam à espera de sangue”.

Um dos exageros de Sócrates foi o de “prometer” um ministério todo renovado, como se depreendeu das suas palavras, para a hipótese de sair vencedor destas legislativas. O que me soou a puro exagero e a mais que improvável concretização, na mesma hipótese de sair vencedor.
Mas claro que hoje já se desdisse. Como era mais que esperado.

Quanto ao confronto, em geral, também acho que, se ambos se merecem, igualmente estiveram bem um para o outro.
Se não é sensato avançar com a promessa de mundos e fundos, também não vale sustentar que, “prognósticos, só depois do jogo”.

Claro que temos sempre opiniões mais radicais e mais cegas da parte dos habituais conservadores mais míopes, quais Joaquim Aguiar (RTP2) e Vasco Pulido Valente (Público).

Mas há que lhes dar o desconto, coitados, e não esperar por milagres nem melhorias por essas bandas.
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(créditos: HENRICARTOON)
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

AS MÚLTIPAS MÁSCARAS DA VERDADE

imagem de Adriano Miranda


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Parece que ainda temos alguns portugueses na selecção nacional.
Nos clubes, rareiam. Mas, e na Selecção? Menos, mas já vão faltando.

A propósito: a verdade do desporto rei (rei ou príncipe ou de mais modesta aristocracia, como o basket o hóquei, ou outras modalidades menos concorridas de público) pode configurar-se, dum dia para o seguinte, com a esta virtualidade indiscutível, convertida em realidade incontornável: um país rico adopta, atribuindo-lhe dupla nacionalidade (a sua a somar à de origem do visado), um atleta de primeiríssima água. Melhor: não uma, mas tantas estrelas quantas as que completam uma determinada selecção. Pagando, naturalmente, esse “serviço” para além dos valores que normalmente se prendem com a actividade desportiva do adoptado, de acordo com a sua craveira e com os resultados conseguidos (necessariamente os melhores).

Haverá alguma dúvida de que esse país se candidata séria, decidida e decisivamente a um dos lugares do podium? Só por mero azar outro que não o que é premiado com o ouro?…

A venalidade, no mundo em que vivemos, é a mãe de todas as virtudes que a generalidade dos mortais aprecia.

Somada a outras práticas que têm de comum a mesma maternidade, aí temos em acção uma fabulosa fábrica de fazer dinheiro, único parâmetro aceite por aqueles mesmos mortais para medir qualquer valor.

Até quando?

O tempo dos nossos ingénuos antepassados, quando o amor à camisola as encharcava, nas competições, com um denodo que não tinha preço… Ora, esse tempo já há muito que lá vai!
Hoje, a sua memória não merece mais que um sorriso de complacente comiseração (e censura) da maioria das novas gerações…

Sim, até quando?

De mais a mais, e por outro lado, estamos no tempo do capitalismo selvagem: ora se neste o capital não tem pátria, porque a hão-de ter as selecções, ao seu serviço?

Entendido.
Mas insisto: até quando?


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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

«MANUELA MOURA PELES»


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Tal como o meu amigo R Lucas, no Pédecabra, também eu utilizo o título da crónica de Sérgio Ferreira Borges (SFB), neste Domingo, no Diário de Coimbra, para falar da mesma botóxica criatura, dos seus dislates, das suas repetidas intervenções ao arrepio da deontologia da sua profissão, no tão badalado (pelos piores motivos) JN6 do 4º canal.

SFB regressava de férias, e, como comentei acolá, elas fizeram-lhe bem: “suspendeu a tripa-forra para voltar à boca pequena! Não está mal visto. (Por falar nisso, os hipopótamos que se cuidem...)” – recomendava no meu comentário, para continuar: “como só vi (instantemente chamado) uma parte (apreciável) do festival Marinho Pinto (embora suficiente para congeminar uma apreciação do avacalhamento de tal "série") não estou em condições de mandar mais palpites...Ah! Mas ao SFB desejo-lhe um óptimo regresso. E que não lhe doa o verbo!”

Não é caso, este, de chorar sobre o “leite derramado”, pois era azedo e fétido.
E “lágrimas de crocodilo” também já as vimos até de mais, nestes últimos dias.

Ao cabo e ao resto, se o Governo mandou calar a criatura (conquanto em momento menos embaraçoso) o que aconteceu, como ponderava Rui Tavares, hoje, sobre a matéria, é o karma do mandante e da visada.

Talvez seja mais higiénico não falar mais nisso.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A BOMBA!

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A bomba explodiu!
CN chegou ontem, um tanto baforado, à "tertúlia": "estou indignado" - e contou o que se acabava de passar na TVI, à MMG.
Fiquei incrédulo. Parado. Vogando entre o espantado e o revoltado...
Não, era mau de mais para ser verdade: ou o sujeito é um tremendíssimo burro (o que está longe de ser provado) ou endoidou e quer perder as eleições - coisa em que ninguém consegue acreditar.
Nah! Claro que deve ser outro o objecto da nossa indignação. Embora o caso envolva complicada teia.
Atentos!
A atenção nunca será de mais!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A PARANÓICA GRIPE DAS NÃO SEI QUANTAS...

Atente-se neste vídeo que recebi por mail...

São quase dez minutos, mas confirma-se que tudo não passa, essencialmente, de um grande negócio de laboratórios. Antes de mais e sobretudo, isso.
Só que o medo e a publicidade alarmista não dão sossego às populações...

Confirma-se que o grande patrão da indústria farmacêutica que beneficia do medo espalhado sobre a doença, é o ex-secretário de Bush, essa sinistra criatura chamada Donald Rumsfeld...
Para não falarmos, já, da hipótese insistentemente aventada acerca do fabrico laboratorial do vírus de tais epidemias...!!!

Muitos criminosos andam à solta e gozam de um "respeito" estranho e de uma impunidade revoltante...

Até quando?

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

AFINAL…

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… eu não tinha intenção!... vá lá, desculpem qualquer coisinha…

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Foi preciso chegar quase ao fim do mandato e terem ocorrido as “europeias” para o José perceber que não andou bem!
Agora parece um náufrago, reconhecendo ter errado aqui e acolá; acolá e aqui; aqui e ali; ali e acolá… E prometendo, desesperado, alterar o seu comportamento, a sua análise e as suas medidas SE FOR REELEITO…
O primeiro-ministro dá uma má imagem de si próprio, com esta sua ansiedade, pois reconhece que os cidadãos tiveram razão nos seus protestos.
Hoje foi a vez de dar a mão à palmatória aos professores.

Não saberá Sócrates que o seu acinte e a sua arrogância cavaram fossos intransponíveis?
Não estará ele convencido que a memória do povo é mais curta do que tantas vezes acontece?

Não apenas Sócrates, mas muitos políticos nunca reflectiram, ponderadamente, sobre a relevância da política e dos seus actos.

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PREMONIÇÃO?

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Tem razão, mestre: que imagem premonitória Manuela dá da sua campanha!
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(Bartoon, de Luís Afonso, Público TR 01.09.2009)
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INTERVALO

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É espectacular a criatividade de certos anúncios – aqueles de nota 20, de que todos gostamos.
Bom, e então quando à arte se associa a tecnologia!


Magnífico, este vídeo publicitário do voo suicida da vespa…

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

DÚVIDA INQUIETANTE

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O velho e astuto barman tem razão, uma vez mais, nesta sua inquietante dúvida.


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in Público SG 31.08.2009/Opinião/Bartoon/Luís Afonso

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