quarta-feira, 28 de abril de 2010

HUMANUS

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A imagem (acima) que dominava a capa do Público de ontem levou-me a “fazer a agulha” para, v.g., “HUMANUS – Associação Humanidades”… Sabe-se lá porquê!!!

A natureza oferece-nos tantos, de tão raros exemplos!

Pena que os humanos estejamos, em geral, virados para outro lado.


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domingo, 25 de abril de 2010

ESPÍRITO DE ABRIL TEM SIDO TRAÍDO

foto Lusa-Público, hoje
como a verdade incomoda e escandaliza... finge-se. Com fasto!

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Espontaneamente generosos e verdadeiros, os líderes executivo e ideológico de Abril, Salgueiro Maia (cuja determinação foi hoje recordada na Assembleia da República pelo Chefe de Estado) e Melo Antunes já não estão entre nós para poderem, mais que com o seu exemplo, com a sua palavra verberar a distorção que farsantes e arrivistas introduziram num processo em que a liberdade e a fraternidade conduziriam a um Portugal novo.

Um sonho, apenas, já que tem sido maior a desilusão que a alegria do acontecimento.
Realmente, a corrupção instalou-se enquanto a desdita da pobreza e da ineficácia se agravaram. Da noite para o dia têm surgido fortunas fabulosas, entre aqueles para quem, exactamente a noite, a escuridão e a opacidade são o meio normal de poderem exercitar o seu obscuro poder.

A data, claro, foi celebrada na Assembleia, com pompa, sim, mas sem circunstância. Um pró-forma burlesco, faz-de-conta hipócrita para tantos e tantos dos que aí se encontravam.
Uma tristeza, já que o espírito de Abril foi traído por uma larga maioria de “espertos” que, simulando servir o país, dele se têm servido à tripa forra.

Governantes e governados – tudo farinha do mesmo saco, em grande parte dos casos – têm abancado à mesa do orçamento sem pudor ou o mínimo escrúpulo, insatisfeitos, conluiados, tão exigentes, muitos, quão incompetentes.

Governantes, note-se, mesmo, e sobretudo, os da facção do PS que ora detêm o poder e que têm o arrojo de se afirmarem socialistas…

Será ainda possível concretizar Abril?
Muitos acreditamos que sim. Mas com políticos doutro jaez que, não se compreende porquê, se têm aquietado.



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terça-feira, 23 de março de 2010

«DIZ-ME COM QUEM ANDAS…»

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Há um velho adágio que reza: diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
E bate ou não bate sempre certo?
Infalível na quase totalidade dos casos.

José Sócrates (nesta parte contrariando o aforismo) reúne e trabalha com alguma gente séria e sem nada de grandemente repreensível ou incómodo que se lhes aponte: salvo, exactamente, o de aceitarem integrar a sua equipa de governação).
Ah, mas priva com outros, ou tem neles indefectíveis, cuja fama (e proveito), ao que se sabe, têm pouco de abonatório. Não valerá a pena alongar o rosário desses nomes, bastando enumerar três bem conhecidos: José Lello, a pouco amistosa e muito polémica figura para a maioria do seu partido, Armando Vara, o provincianamente "esperto" caixeiro cujo cartão partidário guindou a ministro e a gestor da banca e António José Morais, o incansável, magnânimo professor que lhe ofereceu a “licenciatura”. Claro que a par destes tem, do célebre grupo de Macau, pelo menos, os vivaços Jorge Coelho e António Vitorino (como também Alberto Costa) a dar-lhe cobertura (embora se esforcem por tentar passar – conseguindo obter, por vezes, em razoável medida, correspondentes proveitos – um aspecto de irrepreensibilidade).

Faltava-lhe, até agora (?), o expresso apoio dos campeões da bobice parola e da esperteza rasteira, de um Pinto da Costa, ou de um Valentim Loureiro, quer mesmo dum Ferreira Torres ou do supercampioníssimo, em matéria de bacoquice e boçalidade, Alberto João Jardim…
Mas… - Hélas! -... Ei-lo que acaba de acorrer, pressuroso, o bocassa da Madeira a jurar apoio e fidelidade ao primeiro-ministro.
Está salva a honra do “convento” e mais firmemente abonada a personalidade do chefe do governo!

Estava eu congeminando estes factos e remoendo tamanha desdita a nossa, quando deparo, hoje, com a opinião lúcida do ti Alfredo, quantas vezes meu aliado e guru!

Veja-se, só:


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(Público, TR 23.03.2010/Opinião/Bartoon/Luís Afonso)

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quinta-feira, 18 de março de 2010

CRIME, POIS ENTÃO!

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Mais um click extraordinário e desconcertante de ti Alfredo!


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(Público/Hoje/Opinião/Bartoon/Luís Afonso)

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terça-feira, 16 de março de 2010

"NOVOS HORIZONTES"

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Central Tejo, actualmente Museu da Electricidade, cada vez mais um espaço de cultura, que hoje (ontem) foi cenário do "Prós e Contras"


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Caiu o pano sobre os “Novos Horizontes”. Anseio incontornável dificilmente debatido ali, hoje, no simpático e agradável cenário do Museu da Electricidade da capital.

Passam os rectângulos publicitários dos apoiantes do programa. Cai um em que rapidamente li “Fátima Campos Ferreira calçada por” e logo cai outro que diz “Cafés Delta”.
Claro que o ruído que a minha leitura descompassada provocou – Fátima Campos Ferreira calçada por Cafés Delta – foi, talvez, consequência do enorme ruído que, no meu entender, se produziu no programa de hoje (ontem) no Prós e Contras.

A segunda (sobretudo) intervenção de Eduardo Lourenço deixou-me um pouco perplexo. E preocupado.

Vá: doeu-me que, mais do que de uma forma geral, a idade castigue tanto certas pessoas. Gostaria que Eduardo Lourenço não tivesse de fazer, brevemente, 87 anos!

Podia lá ser Fátima Campos Ferreira calçada pelos Cafés Delta?!

Como outras coisas pareceram, também, desconformemente evidentes e pouco possíveis.

A apresentadora que, evidentemente, não estava calçada com cafés Delta, agradeceu a particular presença no programa de Eduardo Lourenço, pela particular e justificada honra de tal presença e até porque se tratava da estreia, aí, do nosso renomado filósofo e ensaísta.

Ficaram-me algumas dúvidas (a mais insignificante delas, claro, sobre quem realmente calçou a moderadora) como me marcou uma dolorosa constatação.

Foi ali sublinhado que uma das maiores ansiedades do homem, hoje, é a de ver cada vez mais prometida uma sua mais longa existência – uma quase perenidade ou perpetuidade – mas que o seja à custa de artifícios dolorosos a vários níveis.

Complicados horizontes, os novos!

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segunda-feira, 15 de março de 2010

A CONSAGRAÇÃO DA CENSURA AO MAIS ALTO NÍVEL PARTIDÁRIO

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De novo o velho barman (Alfredo, lhe chamo eu, espero que sem melindrar o seu criador) intervém com a sua sensata e democrática opinião.

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(Público, SG 15.03.2010, Opinião/Bartoon/Luís Afonso)

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sábado, 13 de março de 2010

PSICOTÉCNICOS, JÁ!

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Uma vez mais o ti Alfredo nos confirma a sensatez das suas opiniões.

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(Público SB 13.03.2010/Opinião/Bartoon/Luís Afonso)


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sexta-feira, 12 de março de 2010

LEITURA DO MAIS FUNDO DA ALMA

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a imagem da lascívia

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A fotografia é, muitas vezes, uma manifestação de arte.
Daí que encontremos, nesta área, verdadeiros prodígios quer em termos de obra produzida quer quanto aos respectivos artífices.
Mas creio que também, por vezes, a um dedo especial no disparo se junta uma feliz circunstância nessa acção.

Estou em crer que a espera, a experiência e os dotes do fotógrafo são factor muito decisivo na particular qualidade por ele revelada.

Veja-se este instantâneo, felicíssimo, de um anónimo (tanto quanto posso saber) - o que lhe não retira um átomo do mérito irrefutável.
Creio que todos convirão que se trata de retrato a merecer estar presente em qualquer galeria, sobretudo numa que versasse, especialmente, estados de alma: trata-se da personificação da lascívia, merecendo nota máxima, tão dentro da pessoa do fotografado a objectiva do artista conseguiu penetrar.
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Um espectáculo!


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(instantâneos 08131_colunáveis_Lula da Silva)
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terça-feira, 9 de março de 2010

VOX POPULI!

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Ainda a audição na comissão de ética do Parlamento.

O presidente da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, disse hoje, aí, que quando desempenhava o cargo de presidente da Lusomundo Media foi pressionado pelo ministro social democrata Morais Sarmento para despedir os jornalistas Leite Pereira, Pedro Tadeu e Joaquim Vieira.


Confrontado na SIC Notícias por Ana Lourenço sobre tão concreta e incontornável questão, Nuno Morais Sarmento, essa sinistra criatura, ministro que foi de dois gigantes primeiros-ministros, um no aventureirismo, Durão Barroso (é memorável a sua parceria com Bush, Tony Blair e Aznar, o gang dos Açores) outro na imaturidade e na incompetência, Santana Lopes, Morais Sarmento não consegue melhor desenvencilhamento de tão evidente apuro do que o bacoco e clássico: não ouvi as declarações de Henrique Granadeiro e claro que não comento declarações que não ouvi!

Pudera.
Clamorosa e evidente perturbação da pérfida criatura.

Já ninguém tem dúvidas sobre os peculiares jargões dos políticos – coisa que para alguns deles ainda não é líquida…

Recordo-me, a propósito, de uma magna constatação (cada vez mais indesmentível) que há anos, num Fórum TSF, uma senhora ouvinte fez ao jornalista Manuel Acácio: o problema de Portugal, o seu grande problema, é agrícola: muitos nabos, muito vinho e poucos tomates!


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Vox populi!

segunda-feira, 8 de março de 2010

AS PÚBLICAS PAIXÕES DO SR ADMINISTRADOR

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Mais palavras?
As do Sr Administrador da PT são mais que ilucidativas…

Documento impressionante.
Um espanto!

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